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11 de julho de 2014

PORTARIA 1115/2014 EMITIDA PELA SECRETARIA DE SEGURANÇA DO ESTADO DE GOIÁS, PROÍBE A ENTRADA DE POLICIAIS DE FOLGA COM ARMAS DE FOGO EM LOCAIS PÚBLICOS.

A normativa foi publicada e entregue hoje para a Associação Brasileira de Bares e restaurantes (Abrasel). A proibição vale para policiais militares e civis a serviço do Estado de Goiás

quarta-feira, 9 de julho de 2014 | Por: Kamylla Rodrigues

Policiais militares e civis do Estado de Goiás que estiverem fora de serviço estão, a partir de agora, proibidos de entrar em casas noturnas, boates, shows e eventos portando armas de fogo funcionais. A normativa foi publicada nesta manhã de quarta-feira (9), pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) e entregue a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).A portaria número 1115/2014 da SSP é semelhante a Portaria nº 692/2013, que conteve a entrada de policiais, a serviço do Estado, que estavam de folga, na Exposição Agropecuária. “Adotamos a mesma regra, uma vez que não tivemos nenhum incidente dentro da Pecuária esse ano e obtivemos bons resultados”, disse o secretário se Segurança Pública, Joaquim Mesquita. Vale ressaltar que a portaria não contempla armas particulares, que continuam sob resguardo do estatuto do desarmamento.A normativa foi editada após um requerimento da Abrasel. “Estávamos preocupados com essa onda de violência, já que muitas casas noturnas tinham registrado ocorrências envolvendo policiais armados. Estamos satisfeitos e acho que isso vai garantir maior segurança para quem freqüenta os estabelecimentos. Temos conhecimento da legalidade de policiais utilizarem seus armamentos, mas acreditamos que são inadequados em ambientes festivos e de lazer”, disse o presidente da entidade, Rafael Campos Carvalho, que deve solicitar à Polícia Federal e a Guarda Municipal de Goiânia que estendam a portaria para os respectivos órgãos.CofresA portaria impede o ingresso de policiais armados em casas noturnas, boates, shows e eventos, mas fica a critério dos estabelecimentos e da organização guardar os objetos em cofres. “Se o empresário quiser guardar a arma e fazer esse controle, fica a critério dele. O que não pode é ficar armado lá dentro”, afirmou Joaquim. “Vamos pedir bom senso”, concluiu Rafael.PuniçãoDe acordo com o secretário, caso os policiais insistam e entrem armados nesses locais cabe as próprias corregedorias aplicar punições disciplinares, civil ou penal. Os estabelecimentos também podem ser penalizados caso liberem a entrada dos policiais.

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