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22 de dezembro de 2012

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DEBATE A ESCOLTA DE PRESOS NO ESTADO


       
Parlamentares da Comissão de Direitos Humanos discutiram escolta de presos no Estado
O presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciá­rios, Adeilton Rocha, afirmou que eles são submetidos a uma carga horária extenuan­te e estressante. E também rebateu a fala do Deputado Sargento Rodrigues e da Coordenadora da Pastoral carcerária que disse: Que os agentes penitenciários são mal preparados para fazer escoltas de presos. O Presidente disse que não concordava com eles, pois os índices falava por nós mesmos. Uma corporação que realiza centenas de escoltas por mês, transportando mias de quinze mil presos, não poderia ser julgada de forma tão injusto por causa de alguns incidentes que ocorreram. Quanto aos atentados o presidente solicitou, o esclarecimento dos mesmos, com a prisão e condenação dos mandantes e envolvidos. Queremos os deveres mais também os mesmos direitos dos servidores da segurança pública. Queremos um tratamento mais humano por parte da Secretaria de Defesa Social.
 

 A Comissão de Direitos Humanos vai encaminhar ofí­cio ao governador e autori­dades da Defesa Social reite­rando solicitação anterior no sentido de serem adotadas, com urgência, providências de adaptação de residência, disponibilização de cadeira de rodas e pagamento de in­denização ao ex-agente peni­tenciário WandrewSchwenck de Assis, ferido durante es­colta de presos no Fórum de Sete Lagoas.
 
Requerimento nesse sentido foi aprovado ontem, durante audiência requerida pelo deputado Sargento Rodri­gues (PDT), com a finalidade de discutir a escolta de presos.
O atentado contra Wandrew Assis ocorreu em setembro de 2009. Presente à reunião, o ex-agente peni­tenciário relatou que hoje vi­ve com uma pensão do INSS inferior a R$ 1,5 mil.
Também foi relatado na reunião o atentado con­tra o agente Ricardo ZavagliSuarêz, há quatro meses, em Guaxupé. Ele escoltava, sozi­nho, oito detentos e acabou sendo atacado, rendido e morto com a própria arma.
 
O subsecretário de Admi­nistração Prisional, Murilo An­drade de Oliveira, afirmou que os atentados estão sendo apu­rados. Acrescentou que vai se empenhar pessoalmente para que as reivindicações de Wan­drew Assis sejam atendidas.
Segundo Sargento Ro­drigues, desde 2003, mais de 160 servidores da área de segurança pública foram as­sassinados em Minas Gerais, muitos deles agentes peniten­ciários. “A secretaria e a sub­secretaria não podem aban­donar seus agentes”, disse..
 
O deputado Durval Ân­gelo (PT) também manifestou apoio aos servidores da área de segurança.
Assédio – A comissão tam­bém aprovou requerimento de audiência sobre denúncias de assédio moral e sexual no presídio de Caeté. As acusa­ções foram feitas por uma agente penitenciária e uma ex-agente que procuraram os deputados.

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