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30 de agosto de 2011

SINDASPMG CONFIRMA EM REUNIÃO ENVIO DE PROJETO DE LEI DA ISONÔMIA SALARIAL




VOTAÇÃO DA EMENDA 29 E PEC 300 FICAM INDEFINIDAS APÓS ANÚNCIO DE CORTE DE GASTOS


Aumento de superavit primário deve adiar decisão sobre projetos que impactam o Orçamento. Oposição ameaça obstruir pauta do Plenário caso Emenda 29 não seja votada.

Cândido Vaccarezza
Vaccarezza: presidente Dilma pediu apoio do Congresso para enfrentar crise econômica


O anúncio de que o governo vai cortar gastos e aumentar em R$ 10 bilhões a economia para pagar juros da dívida pública, o chamado superavit primário, vai repercutir nas votações do Plenário. O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que não devem ser votadas neste ano propostas como a regulamentação da Emenda 29 (PLP 306/08), que garante mais recursos para a Saúde, e a criação de piso salarial para policiais e bombeiros (PECs 300/08 e 446/09). A oposição já ameaça obstruir os trabalhos.

Vaccarezza citou a presidente Dilma Rousseff, que, em reunião do conselho político nesta segunda-feira (29), pediu apoio aos partidos para que não criem despesas que não tenham fontes de receita. O objetivo, segundo o governo, é proteger a economia do País da crise internacional.
"A presidente Dilma pediu ao Congresso Nacional contribuição nessa caminhada do Brasil para enfrentar a crise. Nesse processo, ao aumentar o superavit, você não terá comprometimento de investimentos, mas não poderão ser criados gastos excedentes sem definir a fonte (para pagamento) desses gastos", disse o líder.
Emenda 29
Para o líder do PSDB, deputado Duarte Nogueira (SP), a aprovação da Emenda 29 não vai comprometer Orçamento. “O próprio excesso de arrecadação vai permitir aumentar o superavit primário sem se descuidar da saúde”, disse. “O que o governo quer é fugir de qualquer compromisso que não seja aquele já estabelecido com as suas próprias ações. Isso reforça que a saúde não é prioridade do governo do PT."
Líder do PPS, o deputado Rubens Bueno (PR) criticou mais uma tentativa de adiar a regulamentação da emenda e admitiu a possibilidade de reagir com a obstrução da pauta de votações. “Não podemos deixar o governo da forma como está, imaginando que o País vai suportar mais uma desculpa”, disse.
A obstrução também é defendida pelo líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães Neto (BA), caso a votação da emenda não seja acertada na reunião de líderes desta terça-feira (30). "Se não houver garantia da votação da Emenda 29 ainda em setembro, tenha certeza de que nós não vamos votar nada."
CUT
A decisão do governo de evitar novas despesas também foi criticada pelo presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique. "Pra quem quer manter as políticas públicas e as políticas sociais, precisa ter Estado. Pra ter papel do Estado, é preciso ter funcionário, reajuste salarial, trabalhadores sendo pagos e seus salários reajustados", disse.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Geórgia Moraes e Idhelene Macedo/Rádio Câmara
Edição – Daniella Cronemberger

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

28 de agosto de 2011

JUIZ DE TEÓFILO OTONI NÃO É O ÚNICO AMEAÇADO EM MINAS GERAIS

Reprodução TV Alterosa
Juiz vive inversão de direito: ele não pode mais andar livremente pelas ruas

O depoimento de um juiz ameaçado de morte é um grito contra a impunidade em Minas e no Brasil. Marcado para morrer, o magistrado de Teófilo Otoni não pode mais andar livremente pelas ruas. Tudo por que fez justiça e condenou um assassino a 18 anos de prisão. Flávio Prado foi ameaçado pelos criminosos. Agora, na rotina, há um segurança armado.

Acompanhe o caso:

Juiz mineiro está ameaçado de morte

A morte do magistrado foi planejada de dentro do presídio. O caso foi descoberto uma semana depois da morte da juíza Patrícia Lourival Acioli, no Rio de Janeiro. Considerada linha dura, principalmente com as milícias.

O Conselho Nacional de Justiça disse que, em Minas, 20 juízes estão ameaçados de morte. O poder judiciário do Estado disse que são 13 que recebem escolta. 

VEJA O VÍDEO ABAIXO:

27 de agosto de 2011

APRESENTADOR CARLOS VIANA DO MG RECORD FAZ REPORTAGEM SOBRE AS MORTES DE AGENTES EM MINAS GERAIS

      A Rede Record Minas esta de parabéns em veicular essa reportagem, o reporter Carlos Viana apresenta as principais notícias do dia no MG Record. Um telejornal que se destaca pela seriedade em tratar assuntos polêmicos e fatos que afetam o dia-a-dia dos mineiros. Cobertura ágil e dinâmica, de  segunda à sexta-feira, às 19h15.

Veja abaixo o vídeo da reportagem: 

DIVULGADO FOTOS DO PROCURADO QUE MATOU AGENTE DE SEGURANÇA PENITENCIÁRIO EM BH.


APROVADO BANCO DE DADOS GENÉTICOS DE CONDENADOS POR CRIMES VIOLENTOS

 Um banco de perfis genéticos de condenados por crimes violentos pode estar em breve à disposição da Justiça brasileira e contribuir nas investigações policiais. A obrigatoriedade de identificação de DNA dos criminosos, que vai alimentar a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, consta de projeto de lei do Senado (PLS 93/11) aprovado, nesta quarta-feira (24), pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
Segundo o senador Ciro Nogueira (PP-PI), autor da proposta, "o DNA não pode por si só provar a culpabilidade criminal de uma pessoa ou inocentá-la, mas pode estabelecer uma conexão irrefutável entre a pessoa e a cena do crime". Ele observa que a identificação genética pode ser feita a partir de todos os fluidos e tecidos biológicos humanos, sendo o DNA "ideal como fonte de identificação resistente à passagem do tempo e às agressões ambientais".
Ciro Nogueira comentou ainda que a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, em implantação no Brasil, se baseia no sistema de informação Codis (Combined DNA Index System), desenvolvido pela polícia federal dos Estados Unidos (FBI) e já utilizado em outros 30 países. No Brasil, a rede é abastecida por perícias dos estados com dados retirados de vestígios genéticos deixados nos locais onde foram cometidos os crimes, como sangue, sêmen, unhas, fios de cabelo ou pele.
No voto favorável ao PLS 93/11, o relator, senador Demóstenes Torres (DEM-GO), se disse convencido de que a proposta vai contribuir para reduzir os índices de violência no país. Ele decidiu fazer ajustes no texto original, por meio de substitutivo, para tornar obrigatória a identificação genética apenas para condenados por crime praticado, dolosamente, com violência de natureza grave.
As mudanças realizadas no projeto por Demóstenes incentivaram a senadora Marta Suplicy (PT-SP) a votar favoravelmente. Os senadores Sérgio Petecão (PMN-AC) e Renan Calheiros (PMDB-AL) também falaram a favor da medida, que, segundo Renan, "vai garantir rapidez e segurança na solução de delitos violentos e sexuais".
O substitutivo ao PLS 93/11 vai ser submetido a turno suplementar de votação na CCJ na próxima semana.

Simone Franco / Agência Senado

(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

24 de agosto de 2011

DICAS DO PROFESSOR WILSON COSTA DO CURSO ORVILE CARNEIRO PARA PROVA DE AGENTE PENITENCIÁRIO


CONFIRMADO CONCURSO DE AGENTE PENITENCIÁRIO COM EDITAL PARA DEZEMBRO




FORAGIDO É SUSPEITO DE ASSASSINAR AGENTE

  Força-tarefa procura por homem que teria matado Adeilson Macedo a tiros
Um foragido da penitenciária Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, é o principal suspeito de matar o agente penitenciário Adeilson Martins Macedo, de 31 anos, na noite do último domingo. De acordo com fonte ligada à investigação, uma força-tarefa procura por esse homem. "Ele teria dito algumas vezes que sabia onde o agente morava e que iria se acertar com ele aqui fora", disse a fonte.

O grupo de investigadores é formado por policiais civis e membros da inteligência do Comando de Operações Especiais (Cope), que faz parte da Subsecretaria de Administração Prisional de Minas Gerais.

Macedo foi assassinado ao sair de um pagode no bairro Maria Helena, em Venda Nova, na capital. Segundo testemunhas, o Santana cinza dele foi perseguido por um atirador a bordo de um carro vermelho ou de uma moto - há divergências nessa informação. Com os dois primeiros tiros, o carro teria se descontrolado e subido na calçada, onde o agente foi baleado na nuca, à queima-roupa, por volta das 22h30. Segundo a polícia, nada foi roubado. O agente carregava uma arma, mas não chegou a utilizá-la.

Chamadas feitas do celular da vítima enquanto ela estava no carro também estão sendo investigadas.

Antes de ir ao pagode, Adeilson se reuniu com amigos em um bar, também no bairro Maria Helena. A hipótese de que ele estivesse sendo observado não está descartada.

Uma amiga da família de Macedo, que pediu para não ter o nome revelado, contou que o agente era sempre ameaçado. Por isso, ele teria sido transferido, em novembro de 2010, da Dutra Ladeira para o Comando de Operações Especiais (Cope), responsável pela escolta de presos perigosos e por intervir em situações de crise, como motins e rebeliões.

A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) informou que Macedo tinha a ficha limpa. Ele era casado e tinha uma filha de 2 anos.
Segurança:
                           O Sindicato dos Agentes de Segurança Penitenciária de Minas Gerais pretendia se reunir ainda ontem com a Suapi para discutir a segurança de agentes. Segundo o diretor Adeilton de Souza, a política adotada pelo Estado na defesa dos agentes ainda é prematura e é o próprio Cope que dá esse apoio.

23 de agosto de 2011

PROJETO PROÍBE TRANSFERÊNCIA DO ÔNUS DE PENSÃO ALIMENTÍCIA


Tramita na Câmara o Projeto de Lei 858/11, do deputado Lincoln Portela (PR-MG), que impede a transferência da cobrança de pensão alimentícia. A proposta altera o Código Civil (Lei 10.406/02).       Atualmente, se o parente que deve os alimentos em primeiro lugar não tiver condições de suportar a prestação em sua totalidade, o necessitado poderá requerer que o parente de grau imediato complemente a pensão. Por exemplo, se o pai prover alimentos de forma insuficiente, ou deixar de provê-los, o necessitado poderá pedi-los de seus avós.  O projeto estabelece que o parente a quem cabe o dever de prestar alimentos deverá arcar com esse, não cabendo transferir a quem quer que seja essa obrigação exclusivamente sua.
       Segundo o autor, recentemente a imprensa noticiou a prisão de um casal de idosos por causa do não pagamento da pensão alimentícia devida pelo filho. “Nossos velhinhos já criaram suas famílias, já se sacrificaram o bastante, e no final de suas vidas ainda estão arriscados a ser presos por causa de obrigações que não são suas”, diz Portela.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado apenas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
 Íntegra da proposta:
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Wilson Silveira

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias'

22 de agosto de 2011

TEÓFILO OTONI SEDIA ÚLTIMO ENCONTRO DO FORÚM SEGURANÇA NAS ESCOLAS

A cidade de Teófilo Otoni (Vale do Mucuri) sedia na próxima quinta-feira (1º/9/11) o último encontro regional do Fórum Técnico Segurança nas Escolas, promovido pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O evento, que aborda o tema "Segurança nas Escolas: por uma cultura de paz", será realizado no 19o Batalhão de Polícia Militar (Rua Helmufh Newmann, 100, bairro São Jacinto), das 8 às 18 horas. As inscrições podem ser feitas no site www.almg.gov.br , até as 18 horas do dia 30 de setembro, ou pessoalmente, no dia do encontro, caso existam vagas disponíveis.
Duas palestras, uma sobre segurança nas escolas e outra sobre experiências na prevenção e no combate à violência escolar, abrem a programação. A primeira será proferida pelo mestre em Sociologia e professor da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Rodrigo Ednilson de Jesus, e a segunda, pelo professor de Direito e delegado Regional de Polícia Civil em Governador Valadares, Jéferson Botelho Pereira.
Na sequência, três grupos de trabalho debatem os temas "A violência no ambiente escolar", "Integração de ações e programas" e "Prevenção e combate à violência escolar". A discussão continua no período da tarde e se encerra com a apresentação de propostas que vão se somar às das demais regiões do Estado para a etapa final do fórum técnico em Belo Horizonte, programada para os dias 4, 5 e 6 de outubro. Na oportunidade, todas as sugestões serão consolidadas em um único documento.
Foram realizados, até agora, quatro encontros regionais do Fórum Técnico Segurança nas Escolas, nas cidades de Juiz de Fora (Zona da Mata), Janaúba (Norte de Minas), Varginha (Sul de Minas) e Contagem (Região Metropolitana). O próximo acontece em Araxá, nesta quinta-feira (25).
Objetivos - O fórum técnico tem como objetivos conhecer os problemas enfrentados pelos alunos e profissionais da educação, decorrentes da violência dentro e fora do ambiente escolar, além de discutir propostas de integração de órgãos e políticas públicas relacionadas à questão da violência nesse ambiente. O evento também pretende buscar, nas entidades representativas da sociedade civil e nos setores público e privado, subsídios para a formulação de políticas públicas visando à prevenção e ao combate à violência nas escolas.

Confira a programação em Teófilo Otoni:

* 7h30 - Credenciamento

* 8 horas - Abertura oficial

Deputado Dinis Pinheiro - Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais
Maria José Haueisen Freire - Prefeita Municipal de Teófilo Otôni
Northon Neiva Diamantino - Presidente da Câmara Municipal de Teófilo Otôni
Deputado Lafayette Andrada - Secretário de Estado de Defesa Social de Minas Gerais
Ana Lúcia de Almeida Gazzola - Secretária de Estado de Educação de Minas Gerais
Representante dos professores
Representante dos pais
Representante dos alunos

* 8h30 - Exposições

SEGURANÇA NAS ESCOLAS: POR UMA CULTURA DE PAZ

Rodrigo Ednilson de Jesus - Graduado em Ciências Sociais e Mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Minas Gerais; Professor do Departamento Interdisciplinar de Ciências Básicas da UFVJM - Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri

EXPERIÊNCIAS NA PREVENÇÃO E NO COMBATE À VIOLÊNCIA ESCOLAR

Projeto Capacitar - Enfrentamento da Violência no Ambiente Escolar
Jéferson Botelho Pereira - Doutorando em Direito pela Universidad Del Museo Social Argentino; professor de Ensino Superior e Palestrante na área de Direito; delegado Regional de Polícia Civil em Governador Valadares - MG; representante da área de educação.

* 10 horas- Grupos de Trabalho

Grupo 1 - Violência no ambiente escolar
Segregação, discriminação e falta de convívio na diversidade; transtornos comportamentais; inversões de valores; bullying; profissionais da educação e a violência; drogas (consumo e tráfico) lícitas e ilícitas no ambiente escolar; influência do ambiente social na comunidade escolar.

Grupo 2 - Integração de ações e programas
Interface da educação com a assistência social, a cultura, a saúde, a defesa social, o esporte, os conselhos tutelares e os conselhos municipais de educação; o Estatuto da Criança e do Adolescente (medidas de proteção e medidas socioeducativas), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e o processo educacional.

Grupo 3 - Prevenção e combate à violência escolar
Políticas e programas de segurança pública para a escola; educação inclusiva; protagonismo infanto-juvenil; educação integral (inclusão de valores humanos no processo educacional); escola em tempo integral; transformação dos espaços físicos da escola; integração da escola com a comunidade (associações, sindicatos, igrejas, movimentos sociais, escotismo, ONG's, etc); o papel da mídia (imprensa escrita, rádio, TV e internet) na difusão da cultura da paz; o papel da família; valorização dos profissionais da educação e formação específica e continuada para lidar com problemas de violência na escola.

* 12 horas - Intervalo

* 14 horas - Reinício dos Grupos de Trabalho

* 15h30 - Plenária Final

Apresentação do relatório dos grupos de trabalho; eleição dos representantes da região para a etapa final do fórum técnico em Belo Horizonte

* 18 horas - Encerramento


Responsável pela informação: Assessoria de Comunicação - www.almg.gov.br

20 de agosto de 2011

LEI DO REAJUSTE SALARIAL E PROMULGADA PELO GOVERNADOR PROF. ANASTASIA


 Norma: LEI 19576 2011      Data: 16/08/2011        Origem: LEGISLATIVO

Ementa:
REAJUSTA OS VALORES DAS TABELAS DE VENCIMENTO BÁSICO DAS CATEGORIAS QUE
MENCIONA.
Fonte:
PUBLICAÇÃO - MINAS GERAIS DIÁRIO DO EXECUTIVO - 17/08/2011 PÁG. 3 COL. 1

Reajusta os valores das tabelas de vencimento básico das categorias que menciona.
 O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS,
O Povo do Estado de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, promulgo a seguinte Lei:
Art. 1º Ficam reajustados em 10% (dez por cento), a partir de 1º de outubro de 2011:
I – o vencimento básico dos cargos integrantes das carreiras policiais civis, a que se refere a Lei Complementar nº 84, de 25 de julho de 2005;
II – o vencimento básico dos cargos integrantes das carreiras administrativas da Polícia Civil, a que se referem os incisos IV, V e VI do art. 1º da Lei nº 15.301, de 10 de agosto de 2004;
III – a remuneração básica dos postos e graduações da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, a que se refere a Lei nº 5.301, de 16 de outubro de 1969;
IV – o subsídio dos cargos integrantes das carreiras do pessoal civil da Polícia Militar, a que se referem os incisos VII, VIII, IX, X e XI do art. 1º da Lei nº 15.301, de 2004;
V – os valores da tabela de vencimento básico da carreira de Agente de Segurança Penitenciário, criada pela Lei nº 14.695, de 30 de julho de 2003;
VI – o vencimento básico da carreira de Agente de Segurança Penitenciário a que se refere o art. 6º da Lei nº 13.720, de 27 de setembro de 2000;
VII – os valores da tabela de vencimento básico da carreira de Agente de Segurança Socioeducativo, instituída pela Lei nº 15.302, de 10 de agosto de 2004;
VIII – os valores remanescentes das parcelas mensais dos contratos temporários de prestação de serviços de Agente de Segurança Penitenciário e de Agente de Segurança Socioeducativo celebrados com base no disposto na Lei nº 18.185, de 4 de junho de 2009.
Parágrafo único. Para fins do reajuste de que trata o inciso VIII do caput, fica dispensada a celebração de termo aditivo ao contrato temporário vigente.

Art. 2º Ficam reajustados em 12% (doze por cento), a partir de 1º de outubro de 2012, os valores resultantes da aplicação do índice de reajuste a que se refere o caput do art. 1º.

Art. 3º Ficam reajustados em 10% (dez por cento), a partir de 1º de outubro de 2013, os valores resultantes da aplicação do índice de reajuste a que se refere o art. 2º.

Art. 4º Ficam reajustados em 15% (quinze por cento), a partir de 1º de junho de 2014, os valores resultantes da aplicação do índice de reajuste a que se refere o art. 3º.

Art. 5º Ficam reajustados em 12% (doze por cento), a partir de 1º de dezembro de 2014, os valores resultantes da aplicação do índice de reajuste a que se refere o art. 4º.

Art. 6º Ficam reajustados em 15% (quinze por cento), a partir de 1º de abril de 2015, os valores resultantes da aplicação do índice de reajuste a que se refere o art. 5º.

Art. 7º Os reajustes de que trata esta Lei incidirão sobre a vantagem pessoal a que se refere o § 3º do art. 4º da Lei nº 18.975, de 29 de junho de 2010, dos servidores ocupantes dos cargos referidos no inciso IV do art.1º desta Lei.

Art. 8º O disposto no caput do art. 1º e nos arts. 2º a 6º aplica-se aos servidores inativos e aos pensionistas que fazem jus à paridade, nos termos da Constituição da República e da legislação vigente.

Art. 9º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio Tiradentes, em Belo Horizonte, aos 16 de agosto de 2011; 223° da Inconfidência Mineira e 190º da Independência do Brasil.

ANTONIO AUGUSTO JUNHO ANASTASIA
Danilo de Castro
Maria Coeli Simões Pires
Renata Maria Paes de Vilhena

Fonte: www.almg.gov.br

LEI QUE CRIA 8.361 CARGOS DE AGENTES DE SEGURANÇA PENITENCIÁRIO É PROMULGADA PELO GOVERNADOR DO ESTADO

Com muita luta e determinação o SINDASP-MG consegue a criação de mais 8.361 cargos de agente de segurança penitenciário, através de concurso publico. Essa luta começou em setembro do ano passado, quando em audiência com o Governador do Estado, Sr. Antonio Anastásia, os Dirigentes do SINDASP-MG entregaram ao Governador a PROPOSTA DE REESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA PRISIONAL DE MINAS GERAIS – GESTÃO 2011/2014.

3- METAS DE ABERTURA DE CONCURSO PÚBLICO, PREVENDO O FIM DO CONTRATO ADMINISTRATIVO;
Criar vagas de agente de segurança penitenciário para abertura imediata de concurso público. Estima-se hoje que existam em torno de 10.000 (dez mil) contratos administrativos no sistema prisional contra 3500 (três mil e quinhentos) concursados.
Vislumbra-se assim que em nosso Estado, o concurso público que deveria ser regra, tornou-se a exceção.

Hoje vemos a concretização da vitoria, luta sindical não se faz com calúnias, mentiras ou difamações, mas com propostas sérias e tangíveis. Somente pessoas verdadeiramente comprometidas com o que faz alcança a vitoria. Parabéns aos Diretores do SINDASP-MG, por mais essa Grande Vitória, conquistada para toda a Categoria Prisional de Minas Gerais

Foi promulgada pelo Governador do Estado a Lei 19553 de 10 de agosto de 2011, que cria os 8631 cargos de agente de segurança penitenciário. O SINDASP-MG já esta negociando junto a SEPLAG a publicação do Edital do Concurso de Agente Penitenciário para esse ano, o que ocorrera a qualquer momento.

Lei 19553/2011

Veja a lei clicando no link: http://hera.almg.gov.br

Fonte: www.sindaspmg.org.br

19 de agosto de 2011

O CHINÊS CHERY QQ CHEGA AO MERCADO BRASILEIRO DE VEÍCULOS POPULARES COM BAIXO VALOR INCLUINDO ITENS DE SÉRIE

Comparativo: Chery QQ x Fiat Mille


Chinês e o antigo Uno, na versão duas portas, são os mais baratos do país. QQ se destaca por itens de série, mas Mille tem melhor desempenho.

Marcelo Monegato Do G1, em São Paulo


Ao desembarcar por aqui em maio passado, o Chery QQ mexeu com a concorrência, assumindo o posto de automóvel mais barato do Brasil. Dois meses e um reajuste de R$ 1.000 depois, o chinês com cara de desenho animado foi ‘destronado’ pelo experiente Fiat Mille, que retomou a posição de mais em conta do país. Enquanto Chery e Fiat travam batalha de preços, o G1 mostra como fica a briga no quesito desempenho, entre outros. Os dois veículos foram avaliados no perímetro urbano e em rodovias de São Paulo.
cherry qq fiat mille (Foto: Daigo Oliva/G1)
Com versão única, Chery QQ parte de R$ 23.990; Fiat Mille Economy começa em R$ 23.490, para duas portas, e R$ 25.350, para quatro portas (Foto: Daigo Oliva/G1)
Quatro e duas portas

Produzido do outro lado do mundo, o QQ – que em chinês significa ‘fofinho’ – parte de R$ 23.990, enquanto o Mille Economy,  fabricado em Betim (MG), é R$ 500 mais em conta, na versão duas portas. No entanto, como o objetivo era confrontar versões mais próximas possíveis, já que o QQ só existe com quatro portas, a opção do Fiat levada em conta neste embate é também a quatro portas. Ela custa R$ 25.350 –R$ 1.360 a mais que o Chery.  De qualquer forma, as versões de entrada do Mille Economy,  seja com duas ou quatro portas, apresentam o mesmo nível de equipamentos, mesmo motor e dimensões.
O trunfo do QQ não é só o preço competitivo, mas também o que ele entrega como itens de série por este valor. O chinês traz de fábrica airbag duplo, freios com ABS (antitravamento), direção hidráulica, ar-condicionado, travas, vidros (das quatro portas) e espelhos elétricos, faróis de neblina, rádio CD player com MP3 e conexão USB, desembaçador e limpador do vidro traseiro, abertura interna do porta-malas e do tanque de combustível. As rodas de 13 polegadas são de aço.
O Mille, por sua vez, não entrega de série nenhum dos itens acima citados – airbag duplo, freios com ABS, faróis de neblina, espelhos elétricos sequer são opcionais e abertura interna de tanque de combustível e do porta-malas. Para equipar o Fiat com uma lista próxima à do QQ, o comprador terá que desembolsar R$ 2.075 pelo ar-condicionado e R$ 3.735 pelos demais itens (kit Top 2), elevando o preço do veículo para R$ 31.160.
comparativo qq x mille (Foto: Arte G1)
Desempenho

 
VEJA O VÍDEO DO MARKETING DA CHERY
Quando os motores são ligados, o Fiat começa a recuperar o espaço perdido no quesito custo-benefício. Com motor 1.0 8V flex, o Mille entrega 66 cavalos a 6.000 rpm e 9,2 mkgf de torque já a partir de 2.500 rpm (quando abastaecido com álcool), o que lhe garante boa agilidade no perímetro urbano. Acelerações e retomadas são satisfatórias para seus 830 kg.
No entanto, para melhorar a dirigibilidade do veterano, a transmissão manual de cinco velocidades poderia ter engates mais precisos e curtos, a direção deveria ter menos folga e a suspensão precisa ser um pouco mais firme, inibindo um pouco a inclinação da carroceria nas curvas mais acentuadas.
O QQ traz sob o capô um motor 1.1 16V, que funciona apenas com gasolina, mas os índices de performance são parecidos: 68 cv a 6.000 rpm e torque de 9,1 mkgf entre 3.500 e 4.500 rpm – números que agradam para 890 kg.
O câmbio manual de cinco velocidade tem engates longos e barulhentos, gerando forte impressão de fragilidade. Já a suspensão é ‘molenga’ demais – uma característica dos carros com DNA chinês. Ao passar por buracos ou abusar em algumas lombadas, é possível sentir a traseira ‘pulando’ - causando desconforto. Nas curvas, a inclinação da carroceria é acentuada, transmitindo sensação de insegurança.

Acabamento

Internamente, o acabamento dos dois veículos deixa muito a desejar. Entrar no Mille, por exemplo, chega a ser nostálgico. O modelo ainda conta com elementos do Uno das décadas de 1980 e 1990. São muitas peças plásticas, algumas com rebarbas e encaixes pouco precisos. Em alguns pontos é possível ouvir o bate-bate das peças Os porta-objetos das portas são muito apertados.
cherry qq fiat mille (Foto: Daigo Oliva/G1) 
Acabamento interno do Mille é espartano e remete ao Uno da década de 1990 (Foto: Daigo Oliva/G1)
fiat mille (Foto: Daigo Oliva/G1) 
Para ter o Econômetro, painel do Mille perde o
conta-giros (Foto: Daigo Oliva/G1)
O painel de instrumentos, que apesar de trazer o Econômetro (medidor analógico que indica se a condução está consumindo muito ou pouco combustível), não tem conta-giros e computador de bordo. A falta de ajuste de altura e profundidade da coluna de direção também incomoda, por impedir que o motorista encontre a melhor posição ao volante. O banco do condutor também não tem regulagem de altura.
O Chery enfrenta os mesmo problemas que o Fiat, apesar de ser um pouco mais ‘moderninho’ por dentro. Há excesso de peças plásticas na cor branca – com o que o brasileiro ainda está começando a se acostumar – e elas apresentam folgas acentuadas. Isso provoca barulhos incômodos dentro da cabine. Também não há regulagens da coluna de direção e do banco do motorista, apesar da posição de dirigir ser elevada.
chery qq (Foto: Daigo Oliva/G1) 
Avcabamento do QQ utiliza tons claros para transmitir a sensação de mais espaço (Foto: Daigo Oliva/G1)
chery qq (Foto: Daigo Oliva/G1) 
Painel de instrumentos temn visual moderno com
leitores digitais (Foto: Daigo Oliva/G1)
A tecnologia se faz presente no painel de instrumentos, com leitores digitais –conta-giros, velocímetro e medidor de combustível. Mas a falta de precisão assusta. Ao dar a partida, o velocímetro salta, mesmo com o carro parado, para 4 km/h. Na estrada, é impossível cravar uma única velocidade. Tentando rodar a 100 km/h, o velocímetro oscila entre 98 km/h e 102 km/h. Sendo assim, o leitor de consumo instantâneo – também digital – também causa desconfiança quanto a sua precisão.

Ponto negativo para alguns comandos. Para ligar a lanterna, por exemplo, é um botão que em outros veículos serviria para regular a altura do facho de luz.
Espaço
Neste ponto, o Mille é ligeiramente superior. Apesar dos 14 cm a mais de comprimento, o Fiat é apenas 2 cm maior na distância entre os eixos e 4 cm mais baixo que o Chery. No entanto, por ser mais largo, o modelo mineiro levar com ‘menos desconforto’ três pessoas no banco de trás. No QQ, isso é praticamente impossível. O Mille também leva vantagem no porta-malas: são 290 litros contra 190 l do carro chinês.

Design

Olhando de fora, os dois veículos são completamente diferentes. Enquanto o Chery apresenta contornos arredondados e, até certo ponto, atuais, o Mille é ‘quadradão’, sisudo e pouco evoluiu desde sua chegada ao Brasil na década de 1980. No entanto, há quem prefira a sobriedade do Fiat à simpatia do QQ. É uma questão de gosto.
chery qq fiar mille (Foto: Daigo Oliva/G1) 
QQ é mais arredondado e moderno, enquanto o Mille mantém estilo 'quadradão' (Foto: Daigo Oliva/G1)
Conclusão

O QQ leva a melhor no preço e no nível de equipamentos, mas nos quesitos desempenho e espaço acaba patinando diante da experiência do Mille. O Fiat também é superior em um fator subjetivo, mas que pesa na hora de fechar uma compra: a ‘confiança’. Por mais que a Chery tenha anunciado o início da construção de uma fábrica no Brasil, as chinesas – não apenas a fabricante do QQ – ainda causam leve receio no mercado. Sendo assim, apesar de inferior no custo-benefício, o Mille ainda parece uma compra mais segura. O tempo poderá desmentir isso.
Veja outros modelos de veículos no site da Chery:  http://www.cherybrasil.com.br/